segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MENSAGEM DE MISS FRANCIS - 13 outubro 2012


Queridos amigos da Terra!

Antigamente eu carregava um nome como Miss Francis. Fui missionária num colégio evangélico. Aprendi a partilhar com todos as minhas experiências como cristã. Na Terra os homens não querem conversar com mortos. Dizem que mortos não existem. Mas eles acreditam na ressurreição. Então, acreditando em ressurreição e principalmente nas orações que destinam a Cristo acabam de comungar a expressão por mais triste que seja sua incredulidade que apóiam a ressurreição ou a vida após o desencarne – morte física. Pois quem ora para Cristo está fazendo um pedido para alguém que um dia viveu na Terra e hoje está morto carnalmente. Precisava ouvir de algum pastor evangélico se eles já mudaram de opinião a respeito sobre este grande equivoco. É muito contraditório orarem para esse Cristo que foi filho de Deus assim como eu e todos. Filhos de um ser que comanda o Céu. Nunca isto foi correto. Jesus foi um andarilho. Sim, um homem que pregava, um nômade. Todos o ouviam e o aplaudiam. Quando fazia um sermão que não contentava a ordem política corriam ao seu encalço para afastá-lo da mídia. Exatamente, mídia porque na época não tinham radar e telefones, mas o boca a boca funciona muito bem. Se todas as pessoas quiserem mudar a sua rotina de vida para melhor é um bom começo trabalhar com sua própria mente. Não atravesse os passos que o Senhor está conduzindo o seu caminho. Ele o orienta e você escolhe se deseja ir ou ficar, dar a volta, recolher-se. Cada um é dono de si próprio e as orientações que pedem através das orações.,Há um trabalho de retumbancia que reverbera para o além trazendo de volta como mensagens o que você se expressou através de pedidos. Orientações lhe chegam e você deve tomar decisões se deseja ou não continuar sua jornada, seja no erro ou no acerto. Divagando aqui entre as certeiras palavras, retorno agora para a casa do meu Pai. Despeço-me e deixo para você essa reflexão. De dia e de noite somos sempre uma luz que pairamos em algum plano. Aproveite e pesquise, a ordem do receber também se dá.

Francis companheira de jornada das estrelas em processo de mudanças.

Até breve!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PENSAMENTOS PARA O FIM DE SEMANA



Colônia do Bem- Estar



Senhoras e Senhores:
Tarde da noite foi recebido com uma notícia de que alguém estava entrando na minha sintonia. Sou um ser que vive na Colônia do Bem- Estar. Colônia essa onde muitos seres passam por lá para bater um bom papo como velhos amigos. Lembranças estas são tratadas e deferidas de uma maneira muito peculiar. Andava de um lado para outro quando ouvi de repente que alguém sintonizou minha frequência. Nada mais e nada menos que uma velha conhecida da terra. Abracei-a fortemente depois de longos anos sem nos ver. Sorria tanto a velha senhora e eu com um sussurro muito aberto lhe dizia o quanto a amava. Senti sua vibração colocada em minha frequência que chegava a me dar calafrios. Um prazer de alegria e tristeza. Apresentei-a a todos e disse-lhes:- Minha mãe!
Todos a abrigaram muito bem em conversas, logo não era mais novidade. Todos se abraçavam, compartilhavam até mesmo de boas gargalhadas.
Não foi por menos que eu fui saindo devagar do recinto. Não me adaptava mais ficar num lugar com muitas sementes de luzes, fazendo planejamento para uma dimensão onde pessoas queriam e muito estar recebendo informações do Plano Etéreo. Alguns na Terra queriam até como receber instruções para matar um e outro e jamais serem punidos. Outros, para matanças de animais para uso de macumba. Outros, querendo arrumar marido e aqueles que viviam no Plano Etéreo tinham que ouvir os pedidos de seus entes queridos na Terra, bombardeios de pedidos naturais de um humano.
Fui então seguindo a linha cor de laranja para o escritório central da Mãe Maria que me ajudou a assinar alguns pedidos para que eu me isentasse de tantas arbitrariedades. Fui colocado numa outra colônia onde comecei a receber mais luzes. Ali eu entrei num  canal de linha  acinzentada. Recebia um calor muito grande. Foi diminuindo minha expressão e minha altivez. Logo reconheci que o tempo já não era mais o mesmo e o lugar onde deveria estar não era o costumeiro. Fui palmilhando as linhas e espaços chegando ao grande monumento pela paz. Estava lá posta, duas flores que diziam ser uma de ouro e outra de prata. Um túmulo e flores simbólicas para que jamais esquecêssemos que a simbologia as vezes precisaria aparecer perante os nossos olhos para que pudéssemos nos aquecer de amor e reconhecimento por aquilo que fomos e que seríamos.
 Entendi que naquele momento eu estava pronto para voltar à Terra. E hoje aqui escrevendo para vocês, despeço-me do Plano Astral e voltarei hoje para a Terra. Estarei retornando às 19:00 hrs de hoje. Serei um embrião. Nascerei na Turquia. Carregarei uma jornada como escrivão. Trabalharei na área da Justiça. Quero ficar em silêncio e atento a tudo e a todos. Para ajudar a Deus é necessário primeiramente reconhecer do que somos capazes, para depois dar um enfrentamento de que tudo aquilo que um dia fomos valerá a pena se soubemos trabalhar com tranquilidade sem ter apego em nada. Sempre ponderados num único objetivo - " Fazer o bem ao nosso semelhante e crescer conforme  o levante que consigamos carregar". Agradeço quem me entender nesta difícil leitura  pois sou sabedor do meu trabalho divino e quem não tem corpo não pode se defender dos apontamentos de quem não conhece o outro lado.
Até breve! Aqui no Plano Etéreo vou caminhando agora para me despedir de quem me amou como um passageiro nas Estações das Colônias do Etéreo.
 Até breve e obrigado.
 Fernando Dias da Laguna – ( Paraná )
Celeste do Astral

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Amor aos animais



Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austrália, quando caíram em um atoleiro semelhante à areia movediça.
Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.
Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas não o fez.
Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.
Sentou-se, então, ao lado dele tentando acalmá-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.
Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por três horas com os braços ao redor da cabeça do cavalo, tentando mantê-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama até o socorro chegar.
À medida que o tempo passava, o animal corria também risco de afogamento, pois estava à beira-mar e o nível da água subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.
Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a própria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano é capaz de amar a Criação Divina.
Ela não abandonou seu cavalo enquanto ele não foi salvo.
Minutos antes da água tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.
*   *   *
É dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.
Os diversos animais que rodeiam nossa existência, no planeta Terra, são também criaturas de Deus e devem ser considerados como irmãos menores.
Podemos nos servir deles sempre que necessário, mas nenhum direito é em si ilimitado.
Eles não estão no mundo com a única finalidade de serem úteis aos homens e devemos ter consciência de que o exercício abusivo de qualquer direito é sempre reprovável.
Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de protegê-los.
As pessoas que amam e cultivam a convivência com os animais, se observarem com atenção, verificarão que várias espécies são portadoras de qualidades que consideramos humanas.
São capazes de ter paciência, prudência, vigilância, obediência e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.
Têm sua linguagem própria, seus afetos e sua inteligência rudimentar.  
Dão-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.
Na convivência com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que é realmente necessário e o que é supérfluo.
Quando estiverem sob nossos cuidados ofereçamos-lhes alimentação adequada, afeto, condições básicas de higiene e tratamento para a saúde sempre que necessário.
Reflitamos sobre como temos agido em relação a esses companheiros de jornada.

Redação do Momento Espírita.
Em  5.10.2012.