sexta-feira, 3 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
PENSAMENTO E SAÚDE
Hoje em dia, aceita-se com naturalidade o fato de que todas as doenças nascem
na mente, o que era mais difícil de se compreender no tempo de Kardec, quando
ele escreveu a respeito em A GÊNESE.
Os pensamentos desencadeiam um tipo de energia extremamente sutil e poderosa.
E a realidade é que nossos pensamentos habituais criam saúde ou doença,
dependendo de seu teor.
Um pensamento doentio não precisa ser declarado. Ninguém admite que criou por
ato de sua vontade um AVC, um tumor, uma arteriosclerose, mas certamente
alimentou pensamentos autodestrutivos como: “Viver não vale a pena!”; “Eu sou
culpado.”; “Estou cansado de viver.”; “Não tenho valor” etc.
(Quantas pessoas, no fundo, desejam e apreciam seus problemas crônicos de
saúde, só para atraírem atenções e poderem sentir pena de si mesmas!).
Alguém dirá que há males causados pela má alimentação, o fumo, o estresse e
outros fatores externos. Contudo, somos nós que escolhemos alimentos
inadequados, que utilizamos o fumo e que nos preocupamos em excesso com as
coisas. Só precisaríamos descobrir que temos uma grande força interior,
maior que a compulsão pelo fumo ou por determinados alimentos, e que esta força
nos leva a superar todas as causas de contrariedades e conduz à solução de
nossos problemas: assim, viveríamos muito melhor.
Outro perguntaria: Ora, e as doenças contagiosas?
As condições para que elas se instalem também começam na mente, minando a
resistência física, afetando o sistema imunológico, ou mesmo tornando-se, o
indivíduo, imprudente e negligente para com o próprio organismo.
Tudo isto acontece porque vivemos sem consciência da força que estamos gerando
contra nós, e de como poderíamos aproveitá-la a nossa favor, para o equilíbrio
e a cura.
E as enfermidades que atingem bebês e crianças em tenra idade?
Bebês são Espíritos que escolheram as condições de vida em que nasceram, dentro
de suas necessidades evolutivas, e sabendo o que faziam, antes que suas
lembranças se apagassem ao assumir um novo corpo. Vemos, novamente aí, o
pensamento a comandar a própria vida.
Afinal, os pensamentos presentes ou passados são causa de nossas experiências, e
atraem efeitos para nós. Este mecanismo foi criado para o bem, para que
pudéssemos realizar nossos melhores anseios de paz, harmonia e felicidade.
A ignorância de que ele existe nos torna bastante inconsequentes no campo de
nossa vida mental no dia-a-dia, sem percebermos que geramos a desarmonia
interior, a nível psíquico e físico, a partir dos pensamentos negativos em que
nos demoramos.
A disciplina interna, a ligação com Deus através da prece e a manutenção de
pensamentos voltados ao próprio bem e ao bem de todos, unidos a uma atividade
estimulante e produtiva, resultam numa vida mais saudável e plena de satisfação
interior.
(De “Força Interior”, de Rita
Foelker)
terça-feira, 30 de abril de 2013
ABENÇOA E AUXILIA
A vida oferece infalível receita em favor de nossa paz.
Se a incompreensão nos aflige, abençoa e auxilia.
Se a discórdia ameaça, abençoa e auxilia.
Se a dificuldade aparece, abençoa e auxilia.
Se a crítica nos vergasta, abençoa e auxilia.
Se a maldade nos bate à porta, abençoa e auxilia.
Se a irritação nos procura, abençoa e auxilia.
Se o problema se agrava, abençoa e auxilia.
Se o desânimo intenta arrasar-nos, abençoa e auxilia.
Se a injúria nos visita, abençoa e auxilia.
Se a provação surge mais exigente, abençoa e auxilia.
Se o afeto de alguém nos abandona, abençoa e auxilia.
Ainda mesmo nos dias em que a lágrima seja a única presença em nosso coração
para o trabalho a fazer, abençoa e auxilia sempre, porque abençoando e
auxiliando, estaremos em toda parte, com o auxílio e com a bênção de Deus.
Bezerra de Menezes
(De “Coragem”, de Francisco Cândido
Xavier – Espíritos diversos)
sábado, 27 de abril de 2013
O BEM SEMPRE
O bem que deixes de fazer, podendo fazê-lo, é um grande mal que fazes.
Quando convidado a informar sobre alguém, referes-te ao seu lado positivo,
dando oportunidade ao outro para renovar as suas paisagens íntimas infelizes,
sem o constrangimento de saber que os demais estão inteirados das suas
dificuldades.
Se alguém agir mal em referência a ti, inutilmente passarás o acontecimento
adiante.
Muito ajuda aquele que não divulga as mazelas do próximo.
Hábito salutar se deve impor o cristão para o feliz desiderato, na comunidade
em que realiza as suas experiências evolutivas: policiar a palavra.
Infelizmente, a invigilância em relação ao verbo tem sido responsável por
muitos dissabores e conflitos que não se justificam. Aliás, coisa alguma
constitui desculpa honesta para contendas e perturbações.
A civilização e a cultura, engendrando os valores éticos da educação,
constituem eficientes recursos para que o homem se liberte das paixões
inferiores que geram desforços, agressões, pelejas, através dos quais resvala,
inexoravelmente, de retorno às expressões primitivas, que já deveria haver
superado.
Toda interpelação agressiva, qualquer verbete ferinte, cada reação violenta constitui
ingrediente para a combustão do ódio e a sensação nefasta da amargura.
Útil quão urgente o esforço pela preservação da paz íntima, mesmo quando
concitado ao desvariou diretamente chamado ao desforço pessoal.
Dos hábitos mentais — suspeita, ciúme, inveja, animosidade, fixação — como dos
condicionamentos superiores pelo exercício do pensamento — reflexão, prece,
humildade, autoexame — decorrem as atitudes, quando se é surpreendido pela
agressividade ou perseguido pela antipatia espontânea de alguém, em si mesmo
inditoso.
Reagirás sempre, conforme cultives o pensamento.
Falarás e agirás conforme as aquisições que armazenares nos depósitos mentais,
através das ocorrências do cotidiano.
Assim, atenta, quanto possível, para os valores dignificantes do teu próximo,
exercitando-te nas visões relevantes e contribuirás com expressivos recursos em
favor da economia de uma Terra feliz por que aspiras na vivência contínua do
bem sempre.
(De “LEIS MORAIS DA VIDA”, de
Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)
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