sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

TENHA UM ÓTIMO FIM DE SEMANA!




"Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante, alegrar alguém com uma canção, mostrar o caminho certo, cumprir meu dever como cristão, que é divulgar a mensagem que Cristo deixou, então minha vida não terá sido em vão". 

Martin Luther King Jr.

“É melhor acender uma vela que amaldiçoar a escuridão.”



     
       Quanta gente se habitua a lamentar a vida, critica “Deus e o mundo”, como se diz popularmente, e nada faz para remediar, sequer amenizar a situação.
       Como é fácil atirar pedras, apontar o dedo, azedar um relacionamento por ninharias, perder um amigo ou um vizinho por coisas mesquinhas, periféricas, sem grande importância?
       A sabedoria oriental nos propõe uma solução sempre possível: acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão ou, dito de outro modo, procurar fazer alguma coisa, o que for possível, pelo menos, em vez de simplesmente reclamar.
       Pode ser que nossas tentativas não resultem o esperado, mas pelo menos tentamos.
       Fugir ao simples ato de reclamar não é tão fácil quanto parece, mas é indispensável para que surjam a força e a iniciativa para a mudança que se faz necessária.
       Comecemos agora!


(De “Dia a Dia” – Conceitos para viver melhor —  de Paulo R. Santos)
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Coragem




        Conservar a coragem por luz acesa, no centro de nossa alma, é serviço que apenas a fé invencível consegue realizar.
        Coragem de transpor os espinheiros e os charcos da jornada humana...
        Coragem de sorrir compadecidamente para aqueles que nos magoam...
        Coragem para ajudar aos que nos ferem...
        Coragem de recomeçar a construção dos nossos ideais sobre as ruínas de nossos próprios sonhos...
        Coragem de prosseguir amando aqueles que se convertem, irrefletidamente, em adversários gratuitos de nossa paz...
        Coragem de usar a tolerância para com o mal dos outros e de aplicar a justiça para com o mal de nós mesmos...
        É para essa coragem que Jesus nos chama, da cruz de sacrifício em que nos legou o supremo perdão.
        É preciso saber com Ele “tudo perder para tudo encontrar”.
        E, nas chagas de cada dia, sobre a Terra, surpreendemos o abençoado ensejo de alijar as sombrias cargas de nosso pretérito culposo para fruir a verdadeira felicidade a que o Céu nos destina.
        Para alcançarmos semelhante vitória, porém, é necessário que a coragem seja a nossa companheira de todos os instantes no pedregoso caminho de nossa ascenção.
        Não podemos dispensar o bom ânimo nas tarefas a que fomos arrebatados.
        Procuremos observar a vida não como a “existência fragmentária no século”, mas sim em sua totalidade sublime. E estejamos certos de que na contemplação dessa realidade, viveremos conformados ante os Desígnios de Deus que, pouco a pouco, ante a extinção das causas de nossos padecimentos morais, nos modificarão a estrada no rumo bem-aventurado do porvir.
Agar
(De “Relicário de Luz”, de Francisco Cândido Xavier – Autores diversos)
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

“Os cães ladram e a caravana passa.”



       Quantas  vezes  nosso  trabalho,  feito  com  a  melhor  das  intenções,  mesmo  que imperfeitamente ou  sem  atender  ao  gosto de   todos,  mas  dentro  de  nossas  possibilidades,  sofre  críticas  injustificadas,  destituídas  de  fundamentação   e,  principalmente,  feitas  muitas  vezes  às  escondidas,  como  se  pretendesse  evitar  a  verdade.
       Diante  de  situações  assim  vale  o  antigo  provérbio  árabe:  “os cães ladram e a caravana passa”.
       A  menos  que  a  crítica  seja  fundamentada,  ou  da  qual  possamos  tirar  algum  proveito  para  o  aperfeiçoamento  de nosso  trabalho  e  proceder,  prossigamos  trabalhando  em  silêncio,  mas  trabalhando,  pois  se  perdermos  tempo  nos  ocupando  com  as  críticas  oriundas  de  quem  está  de  braços  cruzados,  perderemos  oportunidades  preciosas  de  progresso,  além  de  cairmos  no  jogo  destruidor  do  desânimo  que  desmotiva  e  paralisa  nossas  forças.

(De “Dia a Dia” — Conceitos para viver melhor — de Paulo R. Santos)
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